Luís Figo despediu-se este domingo dos campos de futebol. Foram muitos os sucessos daquele que chegou a ser o melhor do Mundo.
Foi bonito de ver a forma como um estádio inteiro se levantou a aplaudir o jogador que mereceu o respeito de simpatizantes e adversários.
José Sócrates disse, esta tarde, num comício do Partido Socialista, que “o PS está na campanha sem disfarce e com a cara destapada”. Isto a propósito de ter visto na televisão alguns dirigentes partidários a darem o seu apoio à manifestação dos professores.
E nós, que temos visto muita coisa, dizemos que não nos admira se ainda vermos a mãozinha do emblema do PS com uma luva…
António Arnaut, fundador do Serviço Nacional de Saúde, disse: “Envelheci a defender o Serviço Nacional de Saúde, por vezes até isoladamente no meu próprio partido (PS)”.
O ex-dirigente do PSD, Dias Loureiro, confirmou que apresentou a sua demissão do cargo de conselheiro de Estado ao Presidente da República e que escreveu ao Procurador-Geral da República para ser ouvido no caso BPN.
Dizem-nos os jornais de hoje que a “Reforma por invalidez está cada vez mais difícil”.. Será por estarmos cada vez mais aptos?
Rangel diz que vai andar em debate doze dias com José Sócrates.
Será que o ainda líder parlamentar do PPD/PSD está convencido que o secretário-geral do PS também é candidato ao Parlamento Europeu?
Martin Feldstein, conselheiro de Obama, diz, segundo nos revela o «Jornal de Negócios» desta segunda-feira, que “Só daqui a 10 a 15 anos a economia regressará ao que era”, e adianta que na EU a retoma será mais lenta.
É caso para perguntar se os ricos vão ter de esperar tanto tempo…?
O politólogo André Freire diz no «Público» desta segunda-feira que “Vários estudos académicos comparativos já evidenciaram que a diferenciação ideológica entre PS e PSD é baixa”.
O director-geral da Volkswagen-Autoeuropa, Andreas Hinrichs, anunciou esta sexta-feira, que se quer reunir de novo com a Comissão de Trabalhadores para retomar as negociações.
A Sociedade Filarmónica Humanitária apresenta o I Ciclo de Música de Câmara de Palmela:
Ensemble CamerArte
23 de Maio, às 22 horas, no Conservatório Regional de Palmela
30 de Maio, às 22 horas, na Escola Superior de Música de Lisboa
Entrada livre
Primeira universidade global online e de matrícula gratuita servirá para impulsionar acesso à educação superior dos estudantes das regiões menos desenvolvidas.
Lê-se na primeira página do tri-semanário «O Setubalense» que “Paulo Rangel defende integração de moradores da Bela Vista noutros locais da cidade”.
Será que o dirigente do PPSD/PSD e candidato dos social-democratas ao Parlamento Europeu conhece este bairro de Setúbal?
Será que Paulo Rangel consegue dizer quem é que iria colocar nas casas que entretanto ficariam livres com a deslocação de actuais residentes para outros bairros?
Será que o ainda presidente do grupo parlamentar do PPD/PSD consegue dizer em que bairro ou bairros é que iria reinstalar as famílias entretanto “afastadas” do Bairro da Bela Vista?
Será que estes senhores sabem o que dizem e o que andam a fazer?
O Olhanense é a próxima equipa do Algarve a participar no escalão maior do nosso futebol. Na penúltima jornada da Liga secundária, que se disputou este domingo, o popular clube algarvio assegurou o regresso ao convívio com os grandes, após 34 anos de ausência.
Tem-se falado muito acerca do absentismo dos espectadores nas estádios de futebol e, muitas vezes, atribui-se a ausência ao desencanto com o “fenómeno” desportivo.
Nesta jornada os dirigentes do Vitória Futebol Clube (de Setúbal) franquearam os ingressos e verificou-se que compareceram, no Estádio do Bonfim, para ver os sadinos a defrontarem o Leixões, 14.827 pessoas, quando “a pagantes” o número de presentes só ultrapassa os cinco mil quando o os “grandes” se deslocam à cidade do Sado.

“Para Lá dos Portões do Asilo”, é o título do terceiro volume da obra de António dos Santos, a ser lançada na tarde do próximo domingo, por ocasião do 90.º aniversário do Orfanato Municipal de Setúbal.
Teodoro João – Jornal «O Setubalense»
É o terceiro e, muito provavelmente, o último livro de António dos Santos, um antigo aluno do Orfanato Municipal ‘Sidónio Pais’, e que fala desta instituição como se de uma autêntica família se tratasse.
O antigo Orfanato municipal funcionou em plena avenida Luísa Todi até 1968. Completa este domingo o seu 90.º aniversário de fundação. Para assinalar a efeméride, os ex-alunos vão, pelas 9 horas, aos cemitérios da cidade depôr flores nas campas dos directores, benfeitores e ex-alunos. Seguidamente, confraternizam num almoço-convívio e, pelas 16 horas, acontecerá a cerimónia de lançamento do livro “Para lá dos Portões do Asilo.”
Depois de “O Achamento de Meu Pai” (2005) e de “A Cidade dos Rapazes Pobres” (2007), António dos Santos lança, na tarde deste domingo, no centro de convívio dos ex-alunos do Orfanato, sita na Rua João Soveral (Fonte Nova), ainda e sempre coincidente com a data de aniversário daquela marcante e extinta instituição social, mais uma obra literária de memórias, esta intitulada “Para Lá dos Portões do Asilo”.
A «O Setubalense», este antigo aluno do Orfanato, explicou que, com este terceiro livro pensa fechar um ciclo. “No primeiro, relato a minha entrada no orfanato, o que lá passei, vivi e aprendi. No segundo livro, falo das vivências pessoais, das profissões que lá se aprenderam e, neste último, falo da dolorosa hora de todos saírem daquela grande instituição aos 18 anos de idade, com uma profissão aprendida e uma mala de cartão.”
Abandonado em bebé, António dos Santos entrou no Orfanato aos 7 anos, proveniente do Asilo da Infância Desvalida (actual edifício das Irmãs de Calcutá), onde esteve durante 6 anos.
“Foi no Orfanato que me criei, aprendi a ler e exercer uma profissão (tipógrafo), enfim, foi aquela instituição que me fez homem”, relata visivelmente agradecido, António dos Santos, de 68 anos de idade, saído do Orfanato há precisamente meio século.
E saiu, como todos os outros rapazes, aptos a desempenhar uma profissão e com uma mala de cartão. O que era? Eis a explicação na primeira pessoa: “Essa mala de cartão continha um enxoval composto por dois pares de meias, duas cuecas, dois fatos-macaco, duas camisas, dois lenços, um cinto, um chapéu-de-chuva e um fato domingueiro. E uma caderneta, da Caixa Geral de Depósitos, com um crédito de 300$00 (1,5 euros na actual moeda), oferecido pela Câmara.”
O autor de mais este livro de memórias sobre o antigo Orfanato, obra a ser lançada este domingo por ocasião do 90.º aniversário da fundação daquela instituição de acolhimento a rapazes pobres e desprovidos de família, fala do Orfanato como uma grande “escola de vida.”
“Das centenas de rapazes que de lá saíram não conheço nenhum que se tenha perdido na vida”, atira o antigo n.º 69 daquela antiga e extinta instituição, para quem os relatos de experiência pessoal e colectiva, transcritos nestes seus livros, pretendem “dar a conhecer às actuais e futuras gerações a real importância do Orfanato municipal.”
A conferência de Imprensa onde Manuel Alegre confirmou que se irá manter no Partido Socialista não trouxe nada de novo. A tão esperada (por alguns) declaração de Manuel Alegre não trouxe nada de novo, pois sempre se soube que o poeta é um (dos poucos) defensor dos princípios Socialistas, embora o anúncio tenha (talvez) deixado surpreendidos outros.
O “tabu” fica agora na mão de uma tal “esquerda” que não se consegue agregar em bloco…
Manuel Alegre confirmou esta sexta-feira, que se irá manter no Partido Socialista mas não integra as listas do partido para as legislativas, sublinhando que não existe qualquer ruptura com o seu partido.
Manuel Alegre anuncia esta sexta-feira se entra nas listas do Partido Socialista para as legislativas.
Fernanda Câncio, na sua habitual coluna, no Diário de Notícias, diz-nos hoje que “O Estado anda há 25 anos para entrar em vias de facto na educação sexual. Não chega já de preliminares?”
A CGTP e a UGT participam hoje na euro manifestação de Madrid, uma iniciativa da Confederação Europeia de Sindicatos (CES) contra a crise e pelo emprego.
O deputado socialista Manuel Alegre aconselhou o independente Vital Moreira, cabeça de lista do PS às eleições de 7 de Junho, a "ocupar-se da campanha para as europeias", deixando a vida interna do PS para os membros do partido.
Batista-Bastos fala-nos, na sua crónica de hoje, no Diário de Notícias d'«Os incidentes no Bairro da Bela Vista repõem, de novo, a questão da identidade instável. Não é só a fome, a miséria, o desemprego, a promiscuidade, a ausência de perspectivas, o conceito de cerco que criaram as tensões e os conflitos. Embora essas formas de agressão social fossem mais do que suficientes para os explicar. Aqueles jovens, em última instância, não sabem quem são, e moldaram novas dimensões identitárias».
Grupo de fundadores do Movimento de Intervenção e Cidadania,
de Manuel Alegre, quer novo partido.
Este é o título que João Paulo Guerra dá à crónica que diariamente publica no «Diário Económico» e onde se pode ler:
Quem lê as receitas de políticos e produtores de opinião para acabar com a violência em guetos pobres e deprimentes esbarra com um muro de interrogações.
E como e quando é que se acaba com a exclusão? E o que é que se faz à violência enquanto a exclusão não acaba? A maior parte das vezes o palavreado só tem um efeito: deixar tudo na mesma e continuar a aplicar a política de acudir aos fogos quando eles se declaram.
A direita pede repressão, a esquerda reclama políticas sociais. Mas a repressão, o que significa? Abrir fogo, matar alguns e amedrontar os outros? E depois? E quanto às políticas sociais, enquanto chegam e não e não chegam, que fazer? Deixar que o tiroteio se generalize? Um líder de um partido de esquerda, metendo os pés pelas mãos, perorava um dia destes que os desacatos da Bela Vista não se resolvem com o envio de polícias para o local. Então? Enviam-se sociólogos para acabar com os desacatos? A direita reclamava autoridade. E como? Acaba-se com a violência à chanfalhada ou a tiro, sabendo-se que o surto de violência actual começou precisamente com um caso de violência policial?
A esquerda sabe que as políticas sociais não se aplicam nem têm efeitos de um dia para o outro, nem o Governo é muito dado o enfoques sociais. Tal como a direita sabe que violência atrai mais violência. A questão é que nem esquerda nem direita estão propriamente interessadas em acabar com o problema da Bela Vista e de outros bairros. Estão, isso sim, preocupadas em ouvir o eco das respectivas vozes e os aplausos das respectivas claques. A política transformou-se num exercício de psitacismo, numa verborreia em que cada um apregoa o que sabe que outros querem ouvir. Uma doença de papagaios, para falar bem e depressa.
O «Diário de Notícias» desta terça-feira titula, na página 34: “Jorge Jesus não reúne consenso no Benfica”.
Será (pensamos nós) por nem todos comungarem a mesma religião, que leva alguns a não acreditarem em Jesus?
Jaime Nogueira Pinto, escreve no diário «i» desta terça-feira, que “Há 40 anos, o regime não deixava votar 70 porcento da população. Agora é uma percentagem semelhante que não se revê nos partidos existentes”.
São conhecidas as ideias de Nogueira Pinto e por isso convém lembrar que agora as pessoas que não se revêem nos partidos existentes o fazem por opção própria ao passo que o regime anterior não deixava votar 70 porcento da população.
Segundo relato do «Expresso» o deputado Manuel Alegre, a cinco dias de acabar com o tabu, criticou Vital Moreira por este se intrometer “na vida interna do PS”
Lê-se no site do semanário de Pinto Balsemão que ‘O deputado socialista Manuel Alegre deixou hoje um conselho ao cabeça-de-lista do PS às eleições europeias: "ele deve ocupar-se da campanha, porque da vida interna do PS e do seu grupo parlamentar sabemos nós".’
A entrevista de José Sócrates ao Jornal de Notícias deste domingo, não adiantou nada de especial em relação a Manuel Alegre, e valeu-nos a Académica ter derrotado o Leixões por 1-0, e com isso ter saltado para o oitavo lugar da Superliga, e de os incidentes no Bairro da Bela Vista, na cidade do Sado, não terem tomado proporções mais graves…
Este sábado não se falou de Manuel Alegre mas o Bairro da Bela Vista, em Setúbal, voltou a estar na crista da onda, com o rebentamento de mais petardos…

A Balada do Ultramar é o primeiro romance de Manuel Acácio e foi editado pela Oficina do Livro.
Manuel Acácio nasceu em Évora em 1964. Licenciado em Filosofia, é um dos fundadores da TSF-Rádio Notícias. Jornalista profissional, acompanhou de perto a situação em Timor e foi editor do programa «Fórum TSF» durante vários anos. Actualmente desempenha as funções de chefe de redacção daquela estação de rádio.
Com base na sua experiência como jornalista, escreveu Timor – Os peregrinos da liberdade e A última bala é a minha vida, também editados pela Oficina do Livro.
'… e os jornais nada me dizem!'
Na busca de notícias sobre o que hoje terá dito Manuel Alegre sobre o actual momento político, “os jornais nada me dizem” e, por isso, tentei o blog do deputado, mas o último texto ali colocado data da passada quarta-feira, e reza assim:
Críticas a uma reedição do "bloco central"
A aliança entre o PS e o PSD, que vigorou entre 1983 e 1985, é na conjuntura actual "contrária à maioria eleitoral sociológica do país - que é de esquerda". Segundo o deputado socialista uma reedição do "bloco central" "não é uma solução democraticamente sã. Defrauda o sentido de voto" e que poderá implicar "ou a fusão do PS e do PSD ou a implosão dos dois partidos, com a recomposição do espectro partidário, à esquerda e à direita".
[RTP, 06.05.2009]
Van Zeller, presidente da CIP-Confederação da Industria Portuguesa, diz ao Jornal de Negócios que considera “mais útil” que o próximo Governo seja de coligação.
Será que a CIP mantém a mesma opinião se o PS formar Governo com o PCP?
Manuel Alegre garante – segundo se pode ler no Diário Económico desta quinta-feira – que não negociou a inclusão de simpatizantes seus nas listas dos deputados nas próximas eleições legislativas com o primeiro-ministro, José Sócrates. “Não discuti listas nenhumas com o secretário-geral do PS, porque não é isso que está em causa”, disse ao jornal Público o deputado. Manuel Alegre convocou uma reunião da sua base de apoio para o próximo dia 15 tomar uma posição sobre o que fazer em relação às eleições legislativas.
Manuel Alegre convocou para o próximo dia 15, uma reunião com os seus apoiantes, onde irá anunciar a “decisão final”.
Nesse dia ficar-se-á a saber se o vice-presidente da AR continuará como candidato a deputado pelo PS.
Em declarações ao DN, Manuel Alegre diz que o bloco central “não é uma solução democraticamente sã. Defrauda o sentido de voto. É uma solução contrária à maioria sociológica do País, que é de esquerda”.
Terça-feira, 5 de Maio de 2009
Portugal dos pequenitos
Ana Lourenço está a falar com seis cromos representantes de partidos de que ninguém se lembra. É na SIC-N, claro, que é a empresa onde Ana Lourenço trabalha. Todos são contra a Europa que temos. Todos são toscos sem ideias nem trambelho. Ouvir esta gente para quê? Ah, pois, é a democracia. Que tolerantes que somos. Já agora, o cromo mais cromo é de um grupelho político aliado de Santana em Lisboa: trata-se do representante do PPM. Ele diz que vai eleger dois deputados para a europa. Em Dezembro passado ainda esperou pelo pai natal.
PUBLICADA POR JOSÉ TEÓFILO DUARTE
O Vitória Futebol Clube, ou Vitória de Setúbal, como também é designado, venceu o jogo deste domingo (2-1), disputado no Estádio do Bonfim, na cidade do Sado, frente ao Paços de Ferreira e deu um importante passo na manutenção entre os que disputam a principal competição portuguesa.
Os futebolistas sadinos estão dependentes dos seus dirigentes para poderem receber o salário contratado e que, segundo se lê na imprensa da especialidade, não chega no dia a que o contrato obriga…
Depender dos outros é sempre mau. Que o digam o Sporting e o Benfica, que têm vindo a dizer que ainda podem chegar ao primeiro lugar da SuperLiga se os portistas não conseguirem levar de vencida os seus adversários.
Este sábado os «leões» apenas conseguiram conquistar um ponto aos «Estudantes», no Estádio Cidade de Coimbra e os benfiquistas foram à ilha da Madeira perder por 3-1 frente ao Nacional.
O que prova que, quando os de baixo querem e os de cima não podem…

A foto foi captada no dia 1 de Maio de 1966, junto ao Convento dos Capuchos, na Serra de Palmela, onde os trabalhadores do jornal «O Setubalense» - de que o saudoso escritor Luiz Pacheco era colaborador – se juntaram para comemorar o 1.º de Maio, longe das forças repressivas de antes do 25 de Abril.
A imagem mostra-nos Luiz Pacheco, Afonso Filhó e Jorge Santos.